Giornataccie
Ontem (25/04) foi feriado na bota, Festa da Liberação.
Almoçamos em família -- todos juntos, com exceção da minha cunhada A., irmã do maridón, que veio somente à tarde -- e no final do dia assamos pizzas (margherita e berinjela) no forno a lenha lá do 4° andar.
.
No domingo, arrumamos um pouco o laboratório, mudando equipamentos do lugar -- forno para fusão do vidro, furadeira, mesa, etc. O pó que tinha lá dentro fez desencadear um processo estranho em mim, pra judar a síndrome da mulher moderna e a estranha dor de cabeça mensal.
Desde então, basta abrir os olhos de manhã e começam os espirros pra cá, espirros pra lá. Acordo todos os dias com as mucosas nasais enxutas a ponto de que basta iniciar o primeiro espirro para que comecem a sangrar ligeiramente. Depois que me levanto, parece que estou equilibrando uma biblioteca inteira na cabeça.
Hoje eu não estou pra ninguém.
Meu olho direito lacrimeja, a garganta dói e sinto pontadas no ouvido uma vez ou outra, porém notei que aumentam quando tenho tosse (é certo que estou com alguma ligeira inflamação ouvido-nariz-garganta, porém desconfio também que estou com uma pitada de sinusite pra ajudar). Já tomei remédio, vamos ver se passa.
Estou irritada, com um mau humor do cão.
Minha sobrinha de 5 anos não foi pro maternal hoje e aqui de cima eu ouço ela lá embaixo fazendo birra, gritando e chorando por qualquer motivo. Haja paciência. Eu não gosto de spoilt child (ou viziata, como se diz por aqui).
O tempo mudou: o céu tá nublado, as montanhas são tocadas pelas nuvens (que estão baixas pra caramba), aquele ventinho frio, e se bobear, tá com pinta de que vai chuviscar.
Eu já coloquei o minestrone pra cozinhar, pois hoje eu quero me alimentar de algo quente. Preciso de conforto. Vou pra cama depois do almoço.
Ainda bem que o maridón hoje chega cedo.
Ciao pra vocês.
Almoçamos em família -- todos juntos, com exceção da minha cunhada A., irmã do maridón, que veio somente à tarde -- e no final do dia assamos pizzas (margherita e berinjela) no forno a lenha lá do 4° andar.
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No domingo, arrumamos um pouco o laboratório, mudando equipamentos do lugar -- forno para fusão do vidro, furadeira, mesa, etc. O pó que tinha lá dentro fez desencadear um processo estranho em mim, pra judar a síndrome da mulher moderna e a estranha dor de cabeça mensal.
Desde então, basta abrir os olhos de manhã e começam os espirros pra cá, espirros pra lá. Acordo todos os dias com as mucosas nasais enxutas a ponto de que basta iniciar o primeiro espirro para que comecem a sangrar ligeiramente. Depois que me levanto, parece que estou equilibrando uma biblioteca inteira na cabeça.
Hoje eu não estou pra ninguém. Meu olho direito lacrimeja, a garganta dói e sinto pontadas no ouvido uma vez ou outra, porém notei que aumentam quando tenho tosse (é certo que estou com alguma ligeira inflamação ouvido-nariz-garganta, porém desconfio também que estou com uma pitada de sinusite pra ajudar). Já tomei remédio, vamos ver se passa.
Estou irritada, com um mau humor do cão.
Minha sobrinha de 5 anos não foi pro maternal hoje e aqui de cima eu ouço ela lá embaixo fazendo birra, gritando e chorando por qualquer motivo. Haja paciência. Eu não gosto de spoilt child (ou viziata, como se diz por aqui).
O tempo mudou: o céu tá nublado, as montanhas são tocadas pelas nuvens (que estão baixas pra caramba), aquele ventinho frio, e se bobear, tá com pinta de que vai chuviscar.
Eu já coloquei o minestrone pra cozinhar, pois hoje eu quero me alimentar de algo quente. Preciso de conforto. Vou pra cama depois do almoço.
Ainda bem que o maridón hoje chega cedo.
Ciao pra vocês.


Trocados contados no chapéu
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