Bife a cavalo
Eu li uma notícia e queria comentá-la aqui:
+ Fritar sushi é respeitar a tradição, diz pesquisador (link)
+ Sem atum, japoneses fazem sushi de cavalo
Na Itália, consumir carne de cavalo é uma coisa normal (eu já citei esse fato diversas vezes por aqui). Existem açougues exclusivos na venda desse tipo de carne. Nutricionistas a classificam como carne "limpa"; é a mais rica em ferro, sendo proposta até nas dietas hospitalares quando o paciente precisa repor rapidamente o ferro no sangue.
Vamos falar dos atuns...
Cerca de 80% dos atuns do Atlântico oeste desapareceram segundo pesquisas da ICCAT. Quando eu falei de atum lá no Frugal, eu li que os restaurantes no Japão pagam pelo atum-azul (o Thunnus thynnus thynnus, um dos mais tenros e apreciados na gastronomia oriental) até 100 mil dólares (um exemplar gigante de 700 kg). Na mira estão também os pescados no Mediterrâneo, onde os compradores nipônicos chegam a pagar de 150-200 euros/kg. Os navios piratas entendem muito de pesca desenfreada (porque time is money, honey -- rimei de propósito) e nada de exploração sustentável.
.
Tem gente que come churrasquinho de filé miau todo enfarinhado na barraquinha da esquina, tomando uma pinguinha e acha o máximo; os chineses gostam de cachorro a chop suey, os franceses de escargot, alguns povos comem insetos à dorê e teve gente que pra sobreviver viu-se obrigada a comer carne humana maturada na fuselagem de um avião.
Preconceito é questão cultural.
Se o sushi eqüino vingará? Não sei, eu sou tradicionalista e prefiro meu bife a cavalo.
+ Fritar sushi é respeitar a tradição, diz pesquisador (link)
+ Sem atum, japoneses fazem sushi de cavalo
Na Itália, consumir carne de cavalo é uma coisa normal (eu já citei esse fato diversas vezes por aqui). Existem açougues exclusivos na venda desse tipo de carne. Nutricionistas a classificam como carne "limpa"; é a mais rica em ferro, sendo proposta até nas dietas hospitalares quando o paciente precisa repor rapidamente o ferro no sangue.
Vamos falar dos atuns...
Cerca de 80% dos atuns do Atlântico oeste desapareceram segundo pesquisas da ICCAT. Quando eu falei de atum lá no Frugal, eu li que os restaurantes no Japão pagam pelo atum-azul (o Thunnus thynnus thynnus, um dos mais tenros e apreciados na gastronomia oriental) até 100 mil dólares (um exemplar gigante de 700 kg). Na mira estão também os pescados no Mediterrâneo, onde os compradores nipônicos chegam a pagar de 150-200 euros/kg. Os navios piratas entendem muito de pesca desenfreada (porque time is money, honey -- rimei de propósito) e nada de exploração sustentável.
.
Tem gente que come churrasquinho de filé miau todo enfarinhado na barraquinha da esquina, tomando uma pinguinha e acha o máximo; os chineses gostam de cachorro a chop suey, os franceses de escargot, alguns povos comem insetos à dorê e teve gente que pra sobreviver viu-se obrigada a comer carne humana maturada na fuselagem de um avião.
Preconceito é questão cultural.
Se o sushi eqüino vingará? Não sei, eu sou tradicionalista e prefiro meu bife a cavalo.
Etiquetas: Cyberlife, Frugal, Noticia.com


Trocados contados no chapéu
Eca, nenhum e nem outro.
Eu não como atum :(
Já como pouca carne e ando pensando seriamente em não comer mais nada :P
Cada um com seus gostos.
Bjs
Tô com vc na questão de que preconceito é questão cultural.
Tá certo que tenho minha INGNORANSSA, assumida, com os escargots...arg...posso nem imaginar aquilo no meu prato...rs
bjs
Enviar um comentário