Trash
Eu pensava que só a tevê brasileira é que fosse decadente.
Chacrinha estava certo quando dizia que "na tevê nada se cria, tudo se copia", mas parece que a mídia televisiva italiana tem pisado no tomate, escorregado na banana e viajado na maionese quando aposta em absurdidades como as que aconteceram nos últimos dois domingos, em especial na do dia 22/01, certamente copiadas do modelo como-aumentar-a-audiência-domenical.
Programa: Domenica in
Emissora: RAI 1 (que cobra o canone obrigatório por lei de 99 euros/ano)
Quem: dois Zé Manés (A "Bela" e a Besta -- aqui)
Infelizmente eu vi tudo porque estava na casa de pessoa da família. Especialmente nesta ocasião não era eu quem pilotava o controle remoto.
Isso sem falar que no mesmo programa, um dos quadros é o da hipnose de alguém famoso. Essa tal hipnose é feita na base do "1-2-3-você-está hipnotizado" por um sujeito chamado Giucas C. Neste domingo, teve um fulaninho lá que mesmo "hipnotizado" -- o que eu duvido muito, mais muito mesmo! -- teve até chilique quando foi indagado sobre uma tal discussão com outro colega televisivo. Cortaram e foram pros comerciais.
Com toda a experiência de telespectadora na terra brasilis com seus Gugus, Ratinhos, Márcias, Datenas & Cia. Bella... aquilo não me espantou não. Nem tão menos me espantam os lixos (alguns até reciclados) que são apresentados diariamente (e olha que não é exagero meu, não tem nada que preste mesmo!) e a lavação de roupa suja de (ex)casais famosos -- sem citar nomes porque chega de dar ibope à essa gente! -- nos últimos tempos em direta. É a tal coisa do "povo quer saber", o gossip... que faz vender jornal, revista e dar audiência.
Eita povo mais curtigghiaru! Gentalha, gentalha, gentalha.
.
Este relato foi inspirado quando eu li o da Pacamanca que, usando os melhores predicados da língua portuguesa, conta com mais detalhes este episódio e o que temos visto na tevê ultimamente.
Valha-me Dios.
Só a SKY salva!
Chacrinha estava certo quando dizia que "na tevê nada se cria, tudo se copia", mas parece que a mídia televisiva italiana tem pisado no tomate, escorregado na banana e viajado na maionese quando aposta em absurdidades como as que aconteceram nos últimos dois domingos, em especial na do dia 22/01, certamente copiadas do modelo como-aumentar-a-audiência-domenical.
Programa: Domenica in
Emissora: RAI 1 (que cobra o canone obrigatório por lei de 99 euros/ano)
Quem: dois Zé Manés (A "Bela" e a Besta -- aqui)
Infelizmente eu vi tudo porque estava na casa de pessoa da família. Especialmente nesta ocasião não era eu quem pilotava o controle remoto.
Isso sem falar que no mesmo programa, um dos quadros é o da hipnose de alguém famoso. Essa tal hipnose é feita na base do "1-2-3-você-está hipnotizado" por um sujeito chamado Giucas C. Neste domingo, teve um fulaninho lá que mesmo "hipnotizado" -- o que eu duvido muito, mais muito mesmo! -- teve até chilique quando foi indagado sobre uma tal discussão com outro colega televisivo. Cortaram e foram pros comerciais.
Com toda a experiência de telespectadora na terra brasilis com seus Gugus, Ratinhos, Márcias, Datenas & Cia. Bella... aquilo não me espantou não. Nem tão menos me espantam os lixos (alguns até reciclados) que são apresentados diariamente (e olha que não é exagero meu, não tem nada que preste mesmo!) e a lavação de roupa suja de (ex)casais famosos -- sem citar nomes porque chega de dar ibope à essa gente! -- nos últimos tempos em direta. É a tal coisa do "povo quer saber", o gossip... que faz vender jornal, revista e dar audiência.
Eita povo mais curtigghiaru! Gentalha, gentalha, gentalha.
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Este relato foi inspirado quando eu li o da Pacamanca que, usando os melhores predicados da língua portuguesa, conta com mais detalhes este episódio e o que temos visto na tevê ultimamente.
Valha-me Dios.
Só a SKY salva!


Trocados contados no chapéu
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