Iu Parru Italianu*
O apelido da alemã doidinha é Nicky, que tem um sotaque bem carregado, mas bonitinho -- é o fenômeno Ratzinger, oh-ja!. Eu tentei a long long time ago estudar alemão, mas é muito "duro" como idioma. Em grau de dureza eu vejo assim: alemão, inglês britânico e inglês americano (claro que não são idiomas comparáveis, mas na minha cabeça eu imagino essa evolução, embora dos três idiomas eu prefira muito mais o inglês britânico). N. teve um pouco de dificuldade com os verbos ontem, porque se confundia muito com as conjugações do presente simples e o nervoso dava-lhe um branco total. Fiz uma planilha pra ela entender melhor e espero que lhe ajude.
Têm duas polonesas (a mãe de M. e a grávida) que falam pelos cotovelos durante a aula. Uma ajuda a outra, mas falam em polonês e um fica sem entender nada daquela língua. O professor disse que durante as aulas quer ouvir só italiano, mesmo se errarmos.
O marroquino bigodudo não veio ontem. Temos novos companheiros de classe: um senhor romeno -- formado em Educação Física -- e duas de suas filhas, além de uma outra polonesa -- que fala bem o italiano. Esta é mãe de um garotinho que deve ter uns três anos, mas o guri é muito sapeca e gritou durante a aula inteira. Não bastaram folhas de papel, canetas e celulares.
O assessor nos informou que uma das escolas de primeiro grau da cidade disponibilizou infraestrutura e pessoal para a realização de um curso de escola média (da 5ª a 8ª série) e certificado para prosseguir nos estudos. Querem o nosso ingresso assim que terminarmos este curso proposto pelo comune. Eu não participarei, porque obviamente já cursei há muito tempo atrás. O que eu queria mesmo é que fosse proposto um curso de língua italiana com exame de proficiência (aqui na ilha não temos uma Università per Stranieri como em Perugia)! Quem sabe um dia... :-(
Engraçado é ouvir, vez ou outra, alguma palavra que escapa em dialeto siciliano da própria boca do professor! :-p
Hasta la vista, amici!
* eu falo italiano, em dialeto siciliano
Têm duas polonesas (a mãe de M. e a grávida) que falam pelos cotovelos durante a aula. Uma ajuda a outra, mas falam em polonês e um fica sem entender nada daquela língua. O professor disse que durante as aulas quer ouvir só italiano, mesmo se errarmos.
O marroquino bigodudo não veio ontem. Temos novos companheiros de classe: um senhor romeno -- formado em Educação Física -- e duas de suas filhas, além de uma outra polonesa -- que fala bem o italiano. Esta é mãe de um garotinho que deve ter uns três anos, mas o guri é muito sapeca e gritou durante a aula inteira. Não bastaram folhas de papel, canetas e celulares.
O assessor nos informou que uma das escolas de primeiro grau da cidade disponibilizou infraestrutura e pessoal para a realização de um curso de escola média (da 5ª a 8ª série) e certificado para prosseguir nos estudos. Querem o nosso ingresso assim que terminarmos este curso proposto pelo comune. Eu não participarei, porque obviamente já cursei há muito tempo atrás. O que eu queria mesmo é que fosse proposto um curso de língua italiana com exame de proficiência (aqui na ilha não temos uma Università per Stranieri como em Perugia)! Quem sabe um dia... :-(
Engraçado é ouvir, vez ou outra, alguma palavra que escapa em dialeto siciliano da própria boca do professor! :-p
Hasta la vista, amici!
* eu falo italiano, em dialeto siciliano


Trocados contados no chapéu
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